domingo, 28 de fevereiro de 2010

Teorias

TEORIA DO SHAMPOO
    1. O shampoo anticaspa, faz o cabelo cair.
    2. O shampoo antiqueda, dá caspa.
    3. O shampoo antifrizz, não funciona.
    4. Todo vez que usamos o shampoo a 1ª vez, achamos que ele é perfeito.
    5. Antes de acabar, descobrimos que é igual aos outros.
    TEORIA DO TRABALHO
      1. Ganhamos menos do que achamos que merecemos.
      2. Você sempre se apega à pessoa que senta ao seu lado.
      3. Tem sempre alguém que não gosta de você e conta para outra pessoa que acaba te contando.
      4. O fim do expediente nunca chega quando você está com fome.
      5. Sempre falamos mal dos chefes para os amigos, por melhor que eles sejam.
      TEORIA DO CINEMA
        1. Quando você pensa que o filme é ruim, é pior do que você imaginou.
        2. Seus horários nunca batem com a sessão que você quer assistir.
        3. Eles dizem que é proibido, mas você pode entrar com lanche de fora.
        4. O filme mais legal é aquele que você assiste no dia da promoção.
        5. O filme da sua vida, você viu no cinema.
        TEORIA DA BALADA
          1. A cerveja nunca está tão gelada, mas você nem percebe.
          2. O cara que você está olhando a horas, está acompanhado.
          3. Você não fala, grita! E mesmo assim ninguém te escuta e quando escuta, não lembra no outro dia.
          4. Sempre tem alguém sozinho. E você diz: eu não tinha coragem de vir sozinha.
          5. Por mais feliz que você esteja, sempre tem alguém extremamente mais feliz.
          TEORIA DO FIM DE NAMORO
            1. Você nunca acha que a culpa foi sua. Não foi mesmo!
            2. Ele sempre quer ser seu amigo. Não precisamos de mais amigos!
            3. Sempre tem outra na "parada". Mesmo que não tenha!
            4. Por um pequeno instante maquiavélico, você quer que ele morra. Depois você se arrepende!
            5. Você vai falar mal dele para sempre. Mesmo que ele tenha sido um fofo!

            domingo, 21 de fevereiro de 2010

            Pra ser sincera

            Estava olhando alguns "quem eu sou" nos profiles do orkut...
            Nossa, tem cada coisa que não dá nem pra mencionar! Mas encontrei também coisas lindas e muito originais (creio que sejam, né). Poemas, canções... de certa forma o interior de cada um exposto para quem quiser e tiver a curiosidade de ler. Normalmente as pessoas passam batito no "quem eu sou", estão mais interessados nas centenas de fotos que estão por lá, dia desses um amigo percebeu que o link desde blog estava no meu profile... meses depois de ter colocado lá, é assim mesmo.
            Aqueles que já leram e algum dia lerão este blog, já sabem que não preciso preencher o campo "quem eu sou" no orkut.. Me exponho aqui mesmo... Para mim mesma, para quem possa interessar e tiver a curiosidade de saber, me exponho para ficar na eternidade deste mundo virtual.
            Em 7/10/09 fiz um post com o meu "quem eu sou"... Hoje, totalmente inspirada nesta viajem de profiles, segue o meu "quem eu sou" revisto e atualizado!


            Tenho amigos; Devo ter inimigos... com certeza tenho!
            Perdôo as vezes, mas sempre quero ser perdoada!
            Julgo pela aparência; Mas também sou julgada e como sou!
            Assumo meus atos; Me arrependo do que fiz e também do que não fiz.
            Dou risada quando estou feliz; Dou risada de mim; Dos outros então, nem se fala... Não consigo controlar o riso se alguém leva uma topada ou cai da cadeira!

            Choro quando meu time ganha, na TPM, quando meus pais brigam, quando vejo filme triste e quando sou rejeitada... Só não choro a toa. 
            Sou apaixonada: pela família, por meus amigos, pela música, pelo cinema, por meu cachorro, por Canoa, Jeri, Morro Branco, Rio e Aracaju, principalmente apaixonada pelos sonhos que quero realizar e por cada lugar que ainda vou visitar!

            Sou professora, digitadora, veterinária, psicóloga, advogada, faxineira, enfermeira e fui péssima aluna em todas esssa especialidades.
            Eu canto no chuveiro, canto no carro, canto em casa... E canto muito mal!
            Falo sozinha, falo palavrão; falo alto e também grito!
            Discuto, se precisar brigo, brigo mesmo!
            Vou para balada; Fico em casa; Assisto filme e não durmo muito!
            Nunca coloquei gesso, nunca levei ponto, mas já ganhei um murro no olho.

            Sei dirigir, andar de bicicleta e quero voar!
            Não digo mais a minha idade, mas não tenho cabelos brancos... ainda!
            Eu bebo! Bebo com a família, com os amigos, com conhecidos e com os estranhos. 
            Bebo de alegria e de tristeza também!

            Dizem que sou doida, grossa, impulsiva, sincera, inalcançável, honesta, inteligente, explosiva, incompreensível, sentimental, alegre, religiosa, saudosa, incansável, boa, má, nervosa, ansiosa, sonhadora, responsável,  ciumenta, companheira...

            Sou tudo isso mesmo e mais um pouco!!!

            sábado, 20 de fevereiro de 2010

            O "fabuloso" destino de cada um de nós

            Essa semana encontrei um rapaz com uma tatuagem gigante no braço com o desenho da Amélie Poulain... Para quem ainda não viu o filme, depois de vê-lo talvez entenda o porquê do cara ter feito isso.

            De uma certa forma existe uma idolatria por ela... um culto mesmo. Tenho alguns conhecidos que em suas listas de filmes preferidos sempre tem Amélie entre os primeiros.
            Eu particularmente gosto bastante do filme, Amélie tenta de alguma forma atingir a vida (pra melhor) daqueles que estão à sua volta, como se pudesse salvá-los das pequenas coisas que os deixam infelizes...
            Esse é o fabuloso destino que ela "escolheu" para ela... Isso mesmo, ela "escolheu"!

            Não sei o que pensar quando o assunto é destino ou predestinação, não sei se acredito nisso como uma coisa real, ou se somos todos como Amélie, que criamos e construímos o nosso próprio fabuloso destino.
            Fico pensando se aquilo que nos acontece, realmente estava "escrito" para acontecer...
            Nós costumamos dizer de algumas pessoas: Esse aí nasceu pra isso!
            Quando nos damos muito bem com um amigo ou encontramos a pseuda "alma gêmea": Fomos feitos para esse encontro!
            Hoje minha inclinação é acreditar que somos os "donos" do nosso destino, mesmo que ele não seja tãaao fabuloso assim!

            Uma vez li uma coleção de livros que no decorrer da história, o autor nos dava sempre duas opções de continuação... (Se você quiser que fulano faça isso, vá para a páginal tal...)
            E assim a gente ia montanto o destino daqueles personagens, inclusive e principalmente o seu final.
            Seria tão bom se na vida real fosse assim também! Se a gente tivesse a opção de voltar quantas vezes fossem necessárias para escolher o final que nos parecesse mais interessante.
            Será que não seria muito chato, tudo tão certinho e perfeitinho?!? Sei lá, acho que sim!
            Mas deixa pra lá, isso é coisa de filme e de livro...
            Aliás, isso é coisa de sonho!!!
            E... são tempos difíceis para os sonhadores!

            quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

            Erros e acertos

            Você só vai entender se gostar muito de melancia... ou não!
            Sabe aquele dia que você tá com muita vontade de comer melancia, daí vai na feira, escolhe uma (fechada) e a leva. No translado até sua casa, você pensa: Será que é doce? Será que acertei nessa ou aquela outra seria a melhor escolha? 
            Então, quando você a abre... Está lá, linda! Vermelhinha e extremamente doce!
            Um acerto!

            Para quem gosta de melancia é uma sensação incrível e é isso na verdade o que eu quero  falar neste post, sobre esta "sensação" de acerto.
            É muito bom quando acertamos uma amizade que nasceu naturalmente e espontaneamente. É maravilhoso ao final daquele filme, sairmos do cinema com a sensação de "putz"! Muito massa! Ou quando conhecemos aquele cara que naquela hora... é TUDO! Isso tudo é muito bom!

            Mas, o que acontece é que nem sempre escolhemos a "melancia" certa! Entende?
            Falo de forma geral, especialmente dos erros que são involuntários e intransferíveis de cada um.  Erros que não nos ajudam ser uma pessoa melhor para o outro ou para nós mesmos.
            Saber lidar com isso é algo que é bem complicado, quando se trata de um filme ruim, tudo bem, vai apenas ficar o desgosto de ter gasto dinheiro naquilo, mas e se não for exatamente sobre filme que eu esteja falando... fica ainda mais difícil.

            É claro que ninguém (eu acho, né) gosta de errar ou fica feliz com isso, mas como a Ana Carolina diz em 2 bicudos: Até os erros já parecem ter sentido...
            Eu penso assim também, alguns erros se justificam e acabam nos ajudando de alguma forma, (não a que a gente gostaria, nem no tempo que a gente queria), mas indiretamente nos norteam... 


            "Passei a minha vida tentando corrigir os erros que cometi na minha ânsia de acertar. Ao tentar corrigir um erro, eu cometia outro. Sou uma culpada inocente."
            Clarice Lispector




            quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

            Já passaram dias, inteiros!

            Quando eu era uma linda criança, alegre e faceira que brincava de "Jow-Ajuda" descalça em rua de pedra...
            Tudo o que eu mais queria na vida era que chegassem logo meus 15 anos, pois todos os filmes que eu queria assistir (além dos filmes dos Trapalhões é claro!)  tinham a censura de 15 anos.
            Quando cheguei lá, os filmes nem censura tinha mais! Povo chato!
            Mas lembro que dos 15 pra cá, percebo os dias passando tão rápido...
            E quando eu encontro crianças em que vi suas as mães grávidas!? É pior que encontrar os primeiros cabelos brancos! Meu Deus, será que eu estou ficando menos jovem?

            Dias desses eu tinha 15, agora tenho... Mais que 15!
            Dias desses era ano novo, agora já carnaval!
            Detesto o mês de janeiro sempre é ruim pra mim, acho isso impressionante...  Seria uma conspiração?
            Lembro em janeiro do ano passado aconteceram tantas coisas ruins que quase comprava a sandália do descarrego. Faltou pouco! Mas passou, graças a Deus!

            De fevereiro eu gosto de verdade, apesar de não gostar da festa do carnaval, fevereiro é legal. Por aqui começa a chover (não vejo a hora de começar mesmo, pois tá quenTTTTe!), tem o feriadão (dias incrivéis para rever os velhos filmes e passear por Fortaleza sem a turbulência dos dias comuns), sem falar que podemos acordar mais tarde e não pensar no trabalho e/ou nas pessoas que nos dão trabalho!
            Pronto! Já, já é a Semana Santa. Meu niver de novo! Ano novo de novo!

            Eu sei, vai parecer repetitivo... Mas está passando muito rápido!

            domingo, 7 de fevereiro de 2010

            Uma espécie em extinção?

            Estava vendo James Blunt (Back to bedlam), impressionante como o cara é extremamente romântico, eu amei é claro! No DVD ele explica a origem algumas composições... Sempre tem uma ex-namorada na jogada, aquela que ela amou e que passou...

            Algumas vezes o romantismo parece ser tão deprimente, aquelas músicas e filmes apaixonadíssimos, mas nem sempre é. Não me sinto deprimida por gostar de romance, nem por ver o sol se pôr ou caminhar por horas contemplando falésias ou mesmo por ouvir James Blunt por 48h...

            Me considero uma romântica, capaz de ouvir zilhões de vezes uma música, mesmo que ela não me faça lembrar ninguém e/ou mesmo sem estar apaixonada. Mas seria possível isso?
            O romantismo não estaria automaticamente inerente ao fato de existir um outro? Na verdade eu não saberia responder a esta questão, apenas concordo com Vander Lee quando diz: Romântico... É uma espécie em extinção!

            Hoje os casais mal se conhecem e já vão morar juntos, parecem casados há anos e muitas etapas do conhecimento mútuo estão sendo "puladas", não dá nem tempo de romântico assim.
            Talvez esse pensamento "antiquado" seja culpa da época em que cresci, as coisas eram um pouco diferente, dava tempo passear de mãos dadas à beira-mar e conhecer mais quem era o outro.

            Românticos são poucos
            Românticos são loucos
            Desvairados
            Românticos são lindos
            E pirados
            Que choram com baladas
            Que amam sem vergonha
            E sem juízo...
            São tipos populares
            Que vivem pelos bares
            E mesmo certos
            Vão pedir perdão
            Que passam a noite em claro
            Conhecem o gosto raro
            De amar sem medo
            De outra desilusão...

            (Vander Lee)

            quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

            Que seja infinito enquanto dure...

            Sou péssima em decorar poemas, não sei contar piadas e sempre erro (por mais que eu escute infinitamente) as letras das músicas que eu gosto.
            Algumas pessoas tem facilidade em arquivar essas coisas, tem a memória boa ou seletiva.
            Eu gosto de poemas, sonetos, poesias. Confesso que não sei bem definí-los "gramaticamente", nem quem foi o autor desse ou daquele, mas acho que isso é de menos... O importante é o quanto eles nos tocam.

            Tenho um amigo que adora recitar poemas pra mim... Se gaba pois sabe todos de cor, mas eu nem ligo, pois é com tanto amor que ele faz, que ele pode até esnobar...
            Toda vez que eu o atendo no telefone ele diz: De tudo ao meu amor serei atento... Não é lindo?
            Quem sabe eu possa aprender com ele atender o telefone com mais amor, que ele seja meu espelho e eu possa navegar nesta educação mais culta.


            Soneto de Fidelidade


            De tudo ao meu amor serei atento
            Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
            Que mesmo em face do maior encanto
            Dele se encante mais meu pensamento.

            Quero vivê-lo em cada vão momento
            E em seu louvor hei de espalhar meu canto
            E rir meu riso e derramar meu pranto
            Ao seu pesar ou seu contentamento

            E assim, quando mais tarde me procure
            Quem sabe a morte, angústia de quem vive
            Quem sabe a solidão, fim de quem ama


            Eu possa me dizer do amor (que tive):
            Que não seja imortal, posto que é chama
            Mas que seja infinito enquanto dure.


            Vinícius de Moraes