Semana passada me encontrei com um casal "gente fina" que conheci no Rio, eles deram uma fugidinha e vieram passar uns dias por aqui...
Aliás, esta é a segunda visita deles, pois adoraram nossas praias e a nossa gente. Acho isso um grande elogio, pois o Rio é magnífico tanto de belezas naturais, quanto de pessoas legais.
Fomos jantar e em meio a tantas conversas (eles que são do samba), começamos a relembrar da minha ida para lá, dos nossos encontros após os ensaios da bateria, de como eu admirava a simpatia e humildade do pessoal do samba.
Fico impressionada como eles são apaixonados e vivem suas vidas pelo samba e para o samba.
Fico impressionada como eles são apaixonados e vivem suas vidas pelo samba e para o samba.
Numa bateria daquelas tem gente de todas as classes sociais que se encontram sem preconceitos, ao final, estão todos nas mesma calçada, tomando da mesma cerveja... E isso é incrível!
Lembrei de uma história que papai contou quando eu era criança...
Ele disse que tomou cachaça com Martinho da Vila em um boteco do Mucuripe, dá pra acreditar? Papai conta que vinha da praia e como de costume (antes de parar de beber), parou no Bar da esquina e foi "abastecer"...
Ao chegar lá, deu de cara com o Martinho, conversaram e disse que o cara é uma simpatia de pessoa.
Já postei muita coisa sobre o samba, não sou uma expert apenas gosto... E gosto mais ainda por conta desses detalhes que ornam e deixam ainda mais legal esse modo de vida.
Assistindo ao DVD de Vander Lee (que em meio à melosidade de suas canções canta e gosta do samba) conta essa história...
Fizeram a seguinte pergunta:
- Vander você que é mineiro, já fez música de barco, de carro, de avião... Mas nunca fez música de trem! Como é que pode?
- Uái, sô! De trem? Já fiz!
- Fez?
- Fiz!
- O barco é o trem que nada.
- O carro é o trem que anda.
- E o avião, ora! O avião é o trem que "avôa"!
– Oi, aqui é o Chico. Eu estou escrevendo uma letra sobre ratos e queria que você me ajudasse a saber como eles são. O nariz, como é que é? É frio? Quente? Macio? Duro? E a pelagem?
– Ô Chico! Você mente tanto sobre mulher... Por que não inventa qualquer coisa também sobre os ratos?
– Pô, Cara!... Pelos ratos eu tenho o maior respeito.
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